Quando a cobrança avança, o banco ou a Receita podem ir atrás dos seus bens e do seu patrimônio. Existe uma estratégia jurídica para isso e ela funciona melhor antes da execução começar.
Negociação de débitos federais junto à PGFN, com desconto de até 70%, entrada facilitada a partir de 1% e prazo de até 12 anos.
Avaliação de elegibilidade antes de aceitar o parcelamento padrão da Receita, que não oferece desconto e exige entrada mais alta.
Contestação técnica de autuações, cobranças indevidas e valores em desacordo com a legislação tributária.
Mapeamento dos bens pessoais ou da empresa para evitar ou reduzir bloqueios via Sisbajud e penhoras.
Estratégias para blindar bens pessoais e evitar que a dívida da empresa avance sobre a vida dos sócios e avalistas.
Fernando Henrique Marques é advogado especialista em direito empresarial e gestão de passivo, com 18 anos de atuação jurídica e mais de 1.000 processos conduzidos em 6 estados. Mas o que diferencia Fernando da maioria dos advogados é o que ele fez antes de advogar.
Antes de vestir a toga, Fernando foi empresário. Comprou, estruturou e cresceu uma empresa de terceirização em 10 vezes atingindo faturamento acima de R$ 10 milhões e realizou a venda com sucesso em 2020. Também atua como investidor e operador de franquias em Florianópolis.
Essa trajetória dá a Fernando uma visão que poucos advogados têm: ele entende o lado de quem empreende, os riscos reais de uma operação e o que está em jogo em cada decisão. Quando um empresário chega ao escritório com uma dívida bancária ou tributária, Fernando não enxerga apenas um processo enxerga uma empresa, uma operação e um patrimônio que precisam ser protegidos.
“Você é empresário e precisa de um advogado que entende de negócios não só de processos.”
Sim. Mesmo com processo em andamento, existem estratégias de defesa que podem suspender cobranças, contestar valores e abrir espaço para negociação com redução real da dívida.
Antes de aceitar o parcelamento convencional, vale avaliar se a empresa é elegível à transação tributária, que pode oferecer desconto de até 70% e prazo bem mais longo para pagar.
Antes de assinar qualquer proposta do banco, é importante ter uma análise jurídica independente. O banco negocia para proteger os próprios interesses, não os seus.
Em muitos casos, sim. Contratos com encargos indevidos ou irregularidades permitem revisão judicial que reduz o valor real da dívida, abrindo espaço para acordos com desconto de até 90%.
Depende de como os contratos foram assinados e de como a empresa está estruturada. Por isso é importante analisar o caso antes que o banco ou a Receita avancem sobre os bens dos sócios.
Em muitos casos, sim, é possível pedir o desbloqueio total ou parcial, principalmente quando o bloqueio compromete o funcionamento da empresa ou é desproporcional.
Os honorários são definidos de acordo com a complexidade do caso bancário, tributário, ou os dois e discutidos de forma transparente antes de qualquer contratação.
Empresários que agem antes têm acesso a mais estratégias, mais tempo de defesa e melhores condições de negociação. Quanto mais cedo o caso for analisado, mais opções estarão disponíveis.